segunda-feira, 17 de setembro de 2007
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
Pavão
Fui passar o feriado na bela São Paulo, devido ao inacreditável êxodo de automóveis imaginei que estaria deserta e tranquila, até estava, então resolvo tomar um chope na Vila Madalena, uau. Cheia de trânsito e maloqueiros, deixa eu tomar minha Primus em Stella Maris sossegado.
Na volta sentei ao lado do grande Dedé Santana, voz mansa, implante capilar e uma cara enrugada de velha. Tentou me convencer sobre os malefícios em não ser evangélico e pregou a "palavra" por longos 110 minutos, fiquei o tempo todo esperando o Didi aparecer vestido de aeromoça me servindo um lanche com um vômito plástico ou uma aranha de borracha, droga, foi um tedioso sanduíche de chester (já é natal?) servido pelo Carlos.
Na volta sentei ao lado do grande Dedé Santana, voz mansa, implante capilar e uma cara enrugada de velha. Tentou me convencer sobre os malefícios em não ser evangélico e pregou a "palavra" por longos 110 minutos, fiquei o tempo todo esperando o Didi aparecer vestido de aeromoça me servindo um lanche com um vômito plástico ou uma aranha de borracha, droga, foi um tedioso sanduíche de chester (já é natal?) servido pelo Carlos.
terça-feira, 4 de setembro de 2007
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
Yacht Club
Fico ressabiado toda vez que castigo algum vaso em Salvador.
Pela sujeira que se vê na orla, areia e mar, não ficaria espantado em saber que minha embarcação de barro, assim que descesse latrina abaixo, sairia surfando os mares de Caymmi até derreter se misturando às águas que banham os mendigos que habitam as areias.
Na orla, bem localizado para caralho, tem um tal de clube espanhol, ou português, sei lá. Aparenta estar abandonado há uns 20 anos. Neste "clube" notamos uma prodigiosa raça de habitantes: Mendigos de todas estirpes, travecos para todos os gostos, trombadinhas de todas as idades, homicidas diversos e por aí vai a extensa lista de sócios, fora os que lá visitam para consumir sua eventual droguinha.
O que a prefeitura fez? Tascou tapumes, ilhando o clube entre o mar e a cidade, para que nós, reles não-sócios, não assistirmos o que acontece nesta gloriosa agremiação da vagabundagem.
Pela sujeira que se vê na orla, areia e mar, não ficaria espantado em saber que minha embarcação de barro, assim que descesse latrina abaixo, sairia surfando os mares de Caymmi até derreter se misturando às águas que banham os mendigos que habitam as areias.
Na orla, bem localizado para caralho, tem um tal de clube espanhol, ou português, sei lá. Aparenta estar abandonado há uns 20 anos. Neste "clube" notamos uma prodigiosa raça de habitantes: Mendigos de todas estirpes, travecos para todos os gostos, trombadinhas de todas as idades, homicidas diversos e por aí vai a extensa lista de sócios, fora os que lá visitam para consumir sua eventual droguinha.
O que a prefeitura fez? Tascou tapumes, ilhando o clube entre o mar e a cidade, para que nós, reles não-sócios, não assistirmos o que acontece nesta gloriosa agremiação da vagabundagem.
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