Ó!
De volta mais uma vez, no fundo esse negócio de blog não é pra mim. Não tenho a disciplina de ficar cacarejando bobagens diariamente, e minha meia dúzia de leitores nem sentem faltam.
Mas vamos lá, vou tentar de novo.
quinta-feira, 12 de março de 2009
sexta-feira, 4 de julho de 2008
I want to be travis
O futebol Brasileiro é sem dúvida o pior esporte para se acompanhar.
Me dá nojo somente em pensar em voltar a ser o demente que assistia qualquer Juventude X Goiás as 18:10h de um domingo. É inaceitável a podridão que tomou conta do nosso futiba.
Temos os piores jogadores, os piores árbitros, os piores gramados, as camisas mais feias, os locutores mais vendidos, os especialistas mais bebados, os dirigentes mais picaretas e as torcidas mais babacas.
Tive a infeliz idéia de comparecer a um Vitória X Santos no estádio do Barradão.
O estádio fica longe de tudo, o acesso se dá pelo meio de algumas favelas de 250 mil habitantes. A que dá nome ao bairro e mais próxima do estádio tem o hilário nome de Canabrava, bacana. Seguindo por uma estreita rua com estacionamentos ilegais em terrenos da prefeitura, a sortida fauna vai cercando os automóveis oferecendo as mais diversas esquisitices, inclusive galinhas pretas vivas para uma eventual macumba contra o adversário antes do apito inicial, é sério.
Antes de avistarmos a depressão geográfica que abriga o estádio, vemos uma imensa obra de barro retangular, gigantesca e fétida, com vários canos por onde escapam chamas. Pronto! Estava no reino de nosso senhor Satanás! Aquilo só podia ser a morada do demo. Enfim descubro que estamos pisando sobre o maior aterro sanitário de algum lugar (bahia, américa do sul ou do mundo, não me recordo).
Vejamos:
Estou em um lixão, dentro da favela, as 18h00 de um domingo chuvoso em Salvador, para assistir o pior jogo do pior campeonato do mundo, com as equipes mais sebosas. Estava me sentindo o pior dos bastardos.
Bom, tudo isso é para ilustrar minha repulsa pelo Campeonato Brasileiro. Todo dia 5, na conta do mercenário técnico do meu time, cai a bagatela de meio milhão de reais.

Prefiro assistir a divertida programação da ESPN internacional, com os emocionantes embates de Tricks de Sinuca, Boliche para Canhotos, Mundial de Cheerleaders e o fantástico Mundial 08 de Dominó. Foda-se o Palmeiras, eu quero é mesmo saber de Travis Newsome!
Multicampeão das pedrinhas numeradas e consultor sênior na arte do dominó.
SMACK DOWN!
Me dá nojo somente em pensar em voltar a ser o demente que assistia qualquer Juventude X Goiás as 18:10h de um domingo. É inaceitável a podridão que tomou conta do nosso futiba.
Temos os piores jogadores, os piores árbitros, os piores gramados, as camisas mais feias, os locutores mais vendidos, os especialistas mais bebados, os dirigentes mais picaretas e as torcidas mais babacas.
Tive a infeliz idéia de comparecer a um Vitória X Santos no estádio do Barradão.
O estádio fica longe de tudo, o acesso se dá pelo meio de algumas favelas de 250 mil habitantes. A que dá nome ao bairro e mais próxima do estádio tem o hilário nome de Canabrava, bacana. Seguindo por uma estreita rua com estacionamentos ilegais em terrenos da prefeitura, a sortida fauna vai cercando os automóveis oferecendo as mais diversas esquisitices, inclusive galinhas pretas vivas para uma eventual macumba contra o adversário antes do apito inicial, é sério.
Antes de avistarmos a depressão geográfica que abriga o estádio, vemos uma imensa obra de barro retangular, gigantesca e fétida, com vários canos por onde escapam chamas. Pronto! Estava no reino de nosso senhor Satanás! Aquilo só podia ser a morada do demo. Enfim descubro que estamos pisando sobre o maior aterro sanitário de algum lugar (bahia, américa do sul ou do mundo, não me recordo).
Vejamos:
Estou em um lixão, dentro da favela, as 18h00 de um domingo chuvoso em Salvador, para assistir o pior jogo do pior campeonato do mundo, com as equipes mais sebosas. Estava me sentindo o pior dos bastardos.
Bom, tudo isso é para ilustrar minha repulsa pelo Campeonato Brasileiro. Todo dia 5, na conta do mercenário técnico do meu time, cai a bagatela de meio milhão de reais.

Prefiro assistir a divertida programação da ESPN internacional, com os emocionantes embates de Tricks de Sinuca, Boliche para Canhotos, Mundial de Cheerleaders e o fantástico Mundial 08 de Dominó. Foda-se o Palmeiras, eu quero é mesmo saber de Travis Newsome!
Multicampeão das pedrinhas numeradas e consultor sênior na arte do dominó.
SMACK DOWN!
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Mortadela
Não, eu não naufraguei.
Só estive ocupado demais e inspirado de menos.
Mas vamos ao que pode, se é que pode.
Em breve, novos posts, em uma nova modalidade bloguística.
Tenho sono...
Só estive ocupado demais e inspirado de menos.
Mas vamos ao que pode, se é que pode.
Em breve, novos posts, em uma nova modalidade bloguística.
Tenho sono...
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
Chicos e Eu - Parte 1 - Foto 1
Flagrante de Chico me avistando ao descer do ônibus, reparem no seu semblante sereno. Estava puto pois o seu Minister tinha acabado, outro agora, só no RJ.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
Chicos e eu - Parte 1
Estou sentado em um ônibus, limpando-me de um suor viscoso e conversando com uma velhota simpática que narra suas aventuras na quitanda: "Então eu vi uma batata que era a cara do Jerry Adriani, que emoção meu filho". Senhorinha bacana.
O sol queniano lá fora, eu cozinhando lá dentro, e a savana soteropolitana correndo solta por aí.
Então segue-se uma manada de marreteiros de curiosas espécies. Compro balas de "gimbrigi", como informa o rótulo, o gosto é de sacola de supermercado.
Estou indo assistir a um jogo, por algum motivo, a "Nova Fonte Nova" agora recebe clássicos nacionais.
Num velho botequim encontro meus parças de copo e de cruz, são dois Franciscos, um lá de Assis e outro de Mangueira. Juntos vamos assistir Palmeiras X Fluminense.
Buarque está bêbado, claro, ao me cumprimentar exaltando o fluminense, deixa escapar uma quantidade extraordinária de perdigotos de conhaque e saliva. Acho divertido.
Já o outro Chico é mais discreto, saboreia um vinho "tinto de mesa suave da casa", apesar de seu voto de pobreza e greve de fome. Pego uma bênção, uma Brahma e me sento, faltam apenas 4 horas para a peleja, mas há muito o que conversar.
O sol queniano lá fora, eu cozinhando lá dentro, e a savana soteropolitana correndo solta por aí.
Então segue-se uma manada de marreteiros de curiosas espécies. Compro balas de "gimbrigi", como informa o rótulo, o gosto é de sacola de supermercado.
Estou indo assistir a um jogo, por algum motivo, a "Nova Fonte Nova" agora recebe clássicos nacionais.
Num velho botequim encontro meus parças de copo e de cruz, são dois Franciscos, um lá de Assis e outro de Mangueira. Juntos vamos assistir Palmeiras X Fluminense.
Buarque está bêbado, claro, ao me cumprimentar exaltando o fluminense, deixa escapar uma quantidade extraordinária de perdigotos de conhaque e saliva. Acho divertido.
Já o outro Chico é mais discreto, saboreia um vinho "tinto de mesa suave da casa", apesar de seu voto de pobreza e greve de fome. Pego uma bênção, uma Brahma e me sento, faltam apenas 4 horas para a peleja, mas há muito o que conversar.
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
Jota Onze?
FOGO!
Minha vida é um imenso um tabuleiro de batalha naval.
Hoje este blog volta às suas atividades.
Neste tabuleiro, no comando da artilharia inimiga, se revezam as frustrações, descrenças, mal-estares e japoneses.
2007, a artilharia de papel foi só tiro n´água e ainda assim o heróico timoneiro não deixou o chamequinho afogar, segurou a fragata de grafite e virou o ano.
Mal entrou 08 e ancorei em costas mais azuis.
A cidade vai melhorando, o soldo vai aumentando e este pequeno marujo vai se tornando um verdadeiro Timoneiro e não apenas mais um nesse louco redemoinho.
Salve 2008.
Afoguem 2007, na espumosa.
Ah, e os japoneses?
Minha vida é um imenso um tabuleiro de batalha naval.
Hoje este blog volta às suas atividades.
Neste tabuleiro, no comando da artilharia inimiga, se revezam as frustrações, descrenças, mal-estares e japoneses.
2007, a artilharia de papel foi só tiro n´água e ainda assim o heróico timoneiro não deixou o chamequinho afogar, segurou a fragata de grafite e virou o ano.
Mal entrou 08 e ancorei em costas mais azuis.
A cidade vai melhorando, o soldo vai aumentando e este pequeno marujo vai se tornando um verdadeiro Timoneiro e não apenas mais um nesse louco redemoinho.
Salve 2008.
Afoguem 2007, na espumosa.
Ah, e os japoneses?
terça-feira, 30 de outubro de 2007
Fuça Gelada
O contato com os ratos soteropolitanos me fez lembrar de uma história:
Em meio a composição de "Ode aos Ratos" Chico Buarque liga para o amigo Paulo Vanzolini, a fim de tirar uma dúvida:
CB - Paulinho, me diz uma coisa, você sabe se os ratos tem o focinho gelado ou quente?
PV- Porra Chico, como vou saber isso?
CB- Estou escrevendo uma música sobre ratos, não quero botar uma mentira aqui.
PV- Ah Chico, você já mentiu tanto sobre as mulheres, porque não mentir sobre os ratos?
CB- É verdade Paulinho, mas pelos ratos eu tenho respeito.
Esse diálogo rolou mesmo, mas a fonte é secreta.
Esse Chico, sempre muito brother.
Em meio a composição de "Ode aos Ratos" Chico Buarque liga para o amigo Paulo Vanzolini, a fim de tirar uma dúvida:
CB - Paulinho, me diz uma coisa, você sabe se os ratos tem o focinho gelado ou quente?
PV- Porra Chico, como vou saber isso?
CB- Estou escrevendo uma música sobre ratos, não quero botar uma mentira aqui.
PV- Ah Chico, você já mentiu tanto sobre as mulheres, porque não mentir sobre os ratos?
CB- É verdade Paulinho, mas pelos ratos eu tenho respeito.
Esse diálogo rolou mesmo, mas a fonte é secreta.
Esse Chico, sempre muito brother.
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